sábado, novembro 07, 2009

Programação para baladeiros de plantão!


Antes tarde do que nunca, trago a festa deste sábado em primeira mão!

La controvérsia, duelo de lindas DJs rockers esta noite, no Eclipse Studio Bar! Sai por R$10,00 na hora e com nome na lista ou com flyer na mão sai por R$8,00. Começa a balada as 22h!

Como eu sempre digo, nada de ficar criando musgo em casa povo! o/

quarta-feira, outubro 14, 2009

Atenção baladeiros de plantão! Nesta sexta, dia 16/10, teremos mais uma edição da festa do meu bom amigo Bilby Sweet, no Eclipse Studio Bar. A So Sweet vai rolar com um novo concurso "A Garota do Flyer", sorteio de uma tatoo, promoção de 3 cervejas a R$10,00 até a meia noite. E especial, a cada 5 cevas que você comprar, ganha uma caipa Sweet de brinde! =D

No som teremos o próprio Gilby discotecando muito hard rock pra galera!

Então, como eu sempre digo amigos, nada de ficar criando mofo em casa, bora sair e farrear!

P.S.: Sim, a atual garota do flyer sou eu. Mas quem diria! XD


domingo, outubro 11, 2009


O Pequeno Príncipe e as Relações Humanas


Antoine de Saint Exupéry é um autor que considero genial entre os muitos que constam na minha lista de favoritos. Mas Antoine já ocupava um lugar especial na minha vida mesmo antes de eu começar a guardar nomes de livros e autores, antes mesmo que eu começasse a ler de fato. Seu livro mais conhecido constava entre as obras que minha mãe lia para mim, e era a história mais seguida por um “lê de novo, mãe!”, à noite, antes de eu dormir.
O Pequeno Príncipe fazia parte do meu dia também. Eu via o desenho, assistia ao filme, depois de alfabetizada, lia o livro, e não me cansava das passagens lindas que nele havia. Mas naquela época, fazia tudo isso com olhos de criança, e quando cheguei à adolescência, deixei um pouco de lado o Principezinho e suas façanhas, afinal, era um livro de criança! Ou não?
Não faz muito tempo, um amigo me chamou a atenção para O Pequeno Príncipe mais uma vez, e eu, pelo saudosismo do tempo em que lia o livro quase todos os dias, o peguei na prateleira onde estava, e tornei a ler. Foi então que o assombro tomou conta do cenário e eu me dei conta da grandeza real desta obra de Antoine.
Sim, o livro serve bem demais para as crianças, mas meu pasmo foi por perceber como ele se aplica bem aos adultos também! Ele está repleto de considerações sobre as boas e más atitudes humanas, e suas relações umas com as outras. É uma crítica a ganância, ao exagero, ao desrespeito, e uma reflexão sobre a fugacidade da vida, sobre a inocência, sobre as pequenas coisas que nos esquecemos de observar, entre muitas outras considerações.
Mas a passagem que mais me chamou a atenção e se tornou minha preferida, e que por uma feliz coincidência, já era minha preferida nos tempos de criança (por motivos distintos, claro), e agora tomava proporções maiores, aos meus olhos adultos, é a passagem da raposa.
No momento em que o príncipe tem seu diálogo com a misteriosa e tímida raposa, vislumbramos uma verdade ignorada pela maioria sobre os laços entre as pessoas, tanto laços de amor quanto laços de amizade e família. O ato de cativar.
De uma maneira terna e simples, através da inocência de seu Príncipe e da paciência da raposa, Antoine mostra como é simples nos apegarmos uns aos outros na vida, como é fácil alguém se tornar especial para nós.
O Pequeno Príncipe é um livro de 1943, mas está muito atual para nossa realidade de 2009. As pessoas não se dão mais ao trabalho de criar laços, não se aproximam o suficiente umas das outras a ponto de se tornarem especiais. Tudo é extremamente efêmero e superficial para a maioria, e uns poucos e bravos ainda se dedicam a cativar aqueles ao seu redor. Isso tem muito haver com o fato de que nossa sociedade se tornou muito irresponsável. Nós não pensamos muito no que fazemos e dizemos, simplesmente agimos e muitas vezes passamos por cima dos direitos e sentimentos alheios. Andamos extremamente egoístas, nos preocupando apenas como nosso prazer, nossa satisfação pessoal, e não nos damos conta muitas vezes, de que estamos passando por cima dos outros pra conseguir o que queremos.
O Principezinho e a sábia raposa têm algo muito intenso para nos contar no seu convívio sincero e dedicado, e se resume as frases que mais adoro desta passagem, ditas pela raposa no momento em que o Príncipe está de partida: “só se vê bem com ocoração. O essencial é invisível para os olhos. Foi o tempo que dedicaste a tua rosa que a fez especial. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Os homens esqueceram esta verdade, mas tu não a deves esquecer”.
Nós tampouco podemos esquecer-nos disto. Havemos de ser mais responsáveis pelos nossos atos e por nossas palavras, temos de pensar mais nos outros e em seus sentimentos. Temos de ser mais responsáveis, pois isso vai facilitar a vida de todos nestes tempos em que tudo está tão confuso.
Antoine sabia muito bem o que estava dizendo, através do seu Pequeno Príncipe e a esperta raposa. Criar laços envolve riscos sim, mas é uma experiência tão enriquecedora e repleta de momentos maravilhosos, que vale a pena passar por ela, vale a pena se envolver e tornar-nos responsáveis por quem nos importamos!
A vida agradece. Imensamente! =D

terça-feira, setembro 22, 2009

Amigo de olhos sinceros.


Há tempos atrás, quando ainda estudava na Faccat, de Taquara, eu escrevi um texto sobre um grande amigo que tive quando mais jovem. Foi um dos amigos mais importantes e transformadores que tive na vida, e por ele ter partido mais cedo do que eu esperava, e de forma tão triste, decidi escrever um dos meus textos para a aula de Redação (que tinha com a querida Professora Eveli ^^), sobre o meu querido amigo. Espero que eu tenha conseguido passar, através das palavras desse texto, um pouco da importância que ele teve em minha vida!

AMIGO FLOCO

Há tempos atrás, eu tive uma gata. Seu nome era Miss Kissy. Ela era uma gata comum, afinal era preta e branca, mas nem tão comum, pois tinha uma pinta na bochecha, como a Cyndi Crawford, e um coração bem nítido na pata esquerda, além da pontinha do rabo ser branca. Miss Kissy era uma gata meio do mato, arisca e desconfiada, só vinha quando eu chamava, só comia na minha mão, só deixava eu acariciar. Eu a amava, amava pela confiança que ela tinha só em mim, que ela expressava tão bem com aqueles imensos olhos amarelos, pela maneira como ela vivia, livre e indomável e pela maneira como me tocava, toda dengosa e amável, apenas comigo, me fazendo sentir única no mundo.
Mas, toda história tem seu porém, o porém desta era meu pai. Ele nunca gostou de gatas, "‑ Estas malditas parideiras!", ele dizia. De acordo com ele, ela ia ficar até aprontar. Não demorou muito ela aprontou. Com oito meses ela participou de uma "farra dos gatos", uns sessenta dias depois ela ficou meio sumida, reaparecendo em uma semana, magra e abatida. A gente sabia que ela tinha filhotes am algum lugar no mato. Agora meu pai vivia repetindo, "‑ Ela vai embora assim que desmamar as crias!". Aquilo era uma tortura pra mim, a minha gata era tudo, eu era uma criança muito solitária e Miss Kissy era minha parceira, minha confidente e amiga, e meu pai ia levá‑la embora!
Era inevitável, quando o meu pai decidia algo, não tinha volta, então eu fiz a única coisa que podia, encontrei os filhotes! Não foi difícil, a gata me deixou segui-la tranqüilamente pelo mato até o ninho. E lá estavam eles! Dois gatinhos escuros, marcados como gatos do mato e com algumas manchas brancas, em homenagem a mãe! Passei algumas horas lá com eles, os observando. Eles tinham cerca de quinze dias, já com os olhos bem abertos, e muito desconfiados. Um tinha o pêlo mais alaranjado, sob as listras escura de gato mateiro e quase não tinha partes brancas, era o mais barulhento, se afastado da mãe, miava muito forte até se ver livre, além de ser o maior dos dois e o que mais caminhava, o chamei de Titã. Mas não foi este, grande, forte e alaranjado que me chamou a atenção, foi o miúdo, miúdo como era Miss Kissy quando apareceu. Seu pelo era cinzento sob as listras e ele tinha mais branco, não miava quase nada e era mais confiante. Mas não foi nada disto que me atraiu nele. Na verdade foi o anel branco que ele tinha na ponta do rabo, lembrança da mãe, e aquele olhar, ah, aquele olhar de amor e confiança, igual ao da minha Miss, e aquele jeito estranho de dormir, com as quatro patas esparramadas, ficando fino como um floco de milho, aquele, enfim, era o Floco!
O tempo passou, os gatinhos haviam completado dois meses e meu pai cumpriu sua promessa, levou minha companheirinha embora! Ainda me lembro de quando a chamei, como sempre, para comer no seu pratinho de manhã, e como ela veio ligeira na minha direção. Então eu a traí, peguei-a no colo e entreguei ao meu pai, que a enfiou num saco e colocou na mala do carro. Ainda a escuto miando de arrebentar os pulmões, enquanto meu pai a levava embora, para a chácara onde sua função seria caçar ratos. Sem poder suportar aquilo, corri para o galpão, nos fundos de casa onde agora estavam os gatinhos. Coloquei-os no colo e chorei compulsivamente, e eles permaneceram estranhamente quietos.
Agora meu pai queria se desfazer dos filhotes, ia levar as lembrancinhas de minha querida amiga para longe de mim! Aquilo foi demais! Me rebelei contra aquela decisão, eu tinha que ficar com eles! Eram machos, não iam incomodar meu pai com crias e tal. A briga foi bem longa, e no final, meu pai decidiu, “-Ta, fica com um, com o mais laranja, ele vai dar grande, vai ser um bom caçador!”. Por um estranho motivo, naquela época meu pai só tomava decisões opostas as minhas! Não era o Titã que lembrava Miss Kissy em cada gesto, olhar e gracinha, era o Floco! Era ele que eu queria que fosse meu, o gatinho do mato de anel no rabo! Nova discussão, e como por milagre eu venci novamente no mesmo dia! O Floco ia ficar!
Como aquele gato era especial! Ele era ainda mais atencioso e carinhoso que a mãe! Tinha olhos tão expressivos que às vezes quase dava para ouvir sua voz, suas brincadeiras eram sempre controladas e nunca arranhava ninguém. Meigo, ele sempre queria cafuné, colo, abraço, atenção, mas nunca era pegajoso nem chato, ele simplesmente era de outro nível de gato, acima das expectativas. Meu pai se enganou com ele, o Floco cresceu muito e ficou maior do que o Titã, ele mesmo viu, além de que ele se tornou um caçador e tanto, vivia trazendo suas caças para colocar na varanda, meu pai era sempre o primeiro a vê-las, não sei porque.
Floco tinha seus hábitos, comia no galpão de manhã cedo, entrava em casa para se despedir de mim, antes de eu sair para o colégio, saía para fazer sua ronda, dar umas bandas, voltava para me receber ao meio dia e às vezes trazia um presente, normalmente algum bicho morto (coisa de gato), dormia até as quatro mais ou menos, saía de novo e ficava na rua até as dez da noite, quando eu saía na varanda e fazia meu chamado, “- FLOOOOOCOOOOOO!”, repetia umas quatro vezes, até que ele aparecia, surgindo cheio de charme do meio do mato, eu o pegava no colo e levava para dentro, ele ia ronronado faceiro nos meus braços! Pena que meu pai nunca deixou ele dormir comigo, de jeito nenhum, lugar de gato não era na cama! Bem, ele dormia, então, na sala até de manhã, quando o pai acordava e o levava para o galpão, para começar tudo de novo!
Floco era pensador, foi um dos únicos (e foi realmente apenas ele e a Miss), que eu dizia sem medo que tinha a capacidade de pensar. Estava escrito em seus olhos. Pela manhã, ao meio dia e a noite, quando nos encontrávamos, eu desabafava com ele, e ele me ouvia à moda felina, com as patas da frente dobradas, sempre com os olhos fixos nos meus. Como eu já disse, eu era uma criança solitária, criada sozinha, não conseguia me enturmar com as outras. Eu era perseguida, chamada de bicho do mato, cachorrinho, monstrinho... Então, quando cansavam disso, me deixavam isolada, eu era a estranha no ninho. Identificava-me com Floco, meu pai também o rejeitou quando pequeno por ser diferente do que ele esperava, e ainda o rejeitava. Era sobre tudo isso que eu falava com o Floco, e ele me ouvia. Por vezes eu chorava, quando as coisas ficavam muito complicadas, ele me ouvia até o fim e quando eu terminava o desabafo, às vezes aos soluços, ele sempre levantava e vinha esfregar a cabeça no meu queixo, isso sempre me fazia levantar a cabeça, o que parecia óbvio para os outros, mas para mim era mágico, só o Floco fazia.
Eu o salvei de muitas enrascadas também, como quando ele saqueou o ninho dos sabiás que meu pai tanto gostava, e eu tive que inventar uma baita mentira para explicar o sumiço dos bichos, ou quando ele passou mal na sala e eu tive que sumir com aquilo em questão de segundos antes dos meus pais verem. Quando ele brigou e quase morreu com os ferimentos, quando sumiu uma semana e voltou desnutrido e doente e tive que cuidar dele uma noite inteira, enfim, nós tínhamos uma parceria, ele me ouvia, eu o protegia.
Um dia sonhei que o Floco estava correndo sem parar, ele corria desesperadamente, mas eu não via porque, só sabia que ele estava em perigo e corria sem parar, então no sonho, ouvi uns estouros, Floco parou de correr, se acomodou sob as patas traseiras, e ficou me olhando, com aquela voz nos olhos que só ele tinha, era como se estivesse me ninando, a imagem foi sumindo devagar, como se eu adormecesse no sonho, que acabou, e eu dormi tranqüila o resto da noite.
Na manhã seguinte eu acordei como de costume e fui tomar meu café, meu pai chegou do galpão, entrou em casa e fechou a porta atrás de si, parei de tomar café na hora: “- Cadê o Floco?”, perguntei, afinal, fora aquela semana que esteve sumido, nunca tinha faltado ao meu desjejum. Mas meu pai não sabia onde o Floco estava. Ele não tinha aparecido para comer. Fui para aula normalmente, não pensei muito naquilo. Nada de ruim aconteceu comigo aquele dia, e eu voltei para casa contente, afinal, não era sempre que meu companheiro ouvia boas notícias. Mas ele não estava quando cheguei. “- Não vi o Floco a manhã toda!”, afirmou minha mãe, o pai disse o mesmo. Fiquei decepcionada, queria muito contar ao meu amigo como foi meu dia, mas ia ter que esperar até a noite. As 10, no horário de costume, sai para chamar. Chamei ele umas 20 vezes e nem sinal, fiquei preocupada, pois da outra vez que ele sumiu, voltou muito mal e eu fiquei muito triste na ocasião, a gente não gosta de ver os amigos em apuros!
Durante dez dias eu chamei, procurei e gritei por ele, sem notícias, ninguém tinha visto meu amigo. Era inverno e eu saía a noite no horário de sempre e em outros mais, às vezes na madrugada gritando seu nome, mas ele não voltava. Eu pensava comigo que pela primeira vez ia dar uma bronca no Floco, afinal, porque ele tinha que ficar tanto tempo fora? Será que ele não sabia que eu sentia falta do seu olhar fraterno e de seu carinho tão acolhedor? Sabia, ele sempre sabia, mas eu não podia me meter nos assuntos dele, ele era um gato e gatos têm seus mistérios! Durante mais uns quatro dias eu continuei chamando até meus gritos virarem soluços e meus olhos virarem lágrimas. Numa noite, minha mãe veio até mim lá na rua, onde eu ainda chamava chorando pelo meu melhor amigo. Ela pôs a mão no meu ombro e disse com a voz meio embargada, “- Chega filha, o Floco não vai mais voltar!”. Eu dei um pulo pro lado, disse gritando que ele ia voltar sim, que era só chamar mais alto, ele devia estar longe e por isso não ouvia, mas ela completou dizendo, “-Ele esta longe demais, Ali, o Floco morreu! Teu pai descobriu que o vizinho de baixo o matou uma noite! Ele não vai mais voltar.”
Lembro-me até hoje do vazio gelado que me encheu por dentro, deixei minha mãe falando sozinha e segui pelo jardim chamando, “-FLOCO, FLOCO!”, não me lembro de nada do que minha mãe disse nem de quanto tempo ainda fiquei na rua, só lembro que pensei com seriedade sobre o fato de ter cometido uma segunda traição, eu não o salvei, não fiz nada quando precisou de mim, assim como tinha sido com a Miss Kissy, e me lembro do que voltou a minha mente depois, o sonho. O Floco morreu bem naquele dia em que eu sonhei que ele corria, e de certa forma eu já sabia, só não queria aceitar de jeito nenhum. Eu fiquei doente, e quando fui para a aula depois de uns dias, me perguntaram o que eu tinha, na dor eu até esqueci as perseguições e tudo, só disse “- Meu gato morreu!” e desabei chorando! Riram da minha cara e tiraram sarro por uma eternidade por causa daquilo. As brigas pioraram e eu me isolei ainda mais, não conseguia viver sem meu Floquinho.
Com calma, minha mãe e uma professora muito querida me ajudaram a superar a morte, que pela primeira vez tinha se mostrado para mim tão cruel. Eu já não chorava mais e com o tempo parei de agir como se ele ainda estivesse lá.
Um dia, quando eu finalmente começava a me recuperar realmente, uma das minhas poucas amigas na época veio falar comigo, ela me disse “- Eu tinha um cachorro lembra? Ele também morreu. Eu não era muito chegada a ele como você era do Floco, mas minha mãe disse que ele foi para um lugar muito bonito, só para os bichos, onde eles esperam por seus donos. Eu gostei de ouvir isso, mesmo não sendo muito amiga do meu cachorro e achei que você ia gostar muito mais de ouvir!”
Aquelas palavras encerraram definitivamente meu luto, tinha 12 anos, era só uma criança e aquilo foi o suficiente para eu ver que não era o fim de tudo. A partir dali eu gostava de imaginar que o Floco estava num lugar muito legal, brincando com a mamãe dele, minha saudosa Miss Kissy, o com o irmão, Titã, e que quando eu fosse ver Deus, eu ia encontrar meu querido amigo e finalmente nós íamos conversar de verdade, nós todos, e eu nunca mais ia ter que dizer adeus!
Cada um crê naquilo que quer, afinal somos livres, e eu acredito que aquele meu gato tão lindo, com aquele olhar falante e seu jeito de vir surgindo das sobras, está lá me observando e esperando, não vendo a hora da gente bater um papinho!


Talvez alguém se pergunte por que eu iniciei o este post falando do Floco como se fosse uma pessoa. Bem, porque para mim ele era igual a uma pessoa, tão importante e complexo quanto qualquer amigo humano que eu tivesse. Da maneira como vejo as coisas, não existe muita diferença entre nós, poderosos seres humanos, e os animais que dividem esta terra conosco. O Floco era meu Irmão, e se tivesse sido um humano ao invés de um gato, eu teria sofrido o mesmo tanto. Não importa como ele era, o que importa é que ele foi meu grande amigo! ^^

quinta-feira, setembro 03, 2009

Programação para a noite de sexta! =D


Olá, amigos baladeiros! Para sexta feira teremos uma boa festa para os fãs de Hard Rock e de boa cerveja! No Eclipse, como manda a tradição, teremos a banda Breakdown tocando clássicos do Hard Rock, e a promoção de três cervejas por R$10,00 até a meia noite! O grande e espetacular circo do Rock and Roll estará armado, então, vamos todos aproveitar a oportunidade! Como eu sempre digo, nada de ficar em casa mofando!!! ;)

quarta-feira, agosto 19, 2009

Sim, também sou ilustradora!



Sempre gostei de desenhar, desde pequenininha. Quando estava com uns 11 anos, minha mãe me colocou em um curso de Artes Plásticas, para aproveitar meu interesse! Fiz este curso por 5 anos, e aprendi técnicas de desenho e pintura clássicos. Depois de sair do curso, comecei a praticar o traço mangá, que ajudou a desenvolver minha criatividade, pois foi onde deixei de reproduzir obras para criar meus próprios desenhos. Hoje crio tanto em estilo clássico quanto em mangá, e por isso divulgo também meu trabalho como ilustradora. É mais um serviço que faço como freelancer! Para ver meu porfólio de desenhos completo, basta clicar na parte de contatos (a direita) em Facebook, Orkut ou DeviantART. Aqui neste post coloquei algumas amostras, só pra chamar a atenção, então, cliquem nos links, ok?! Obrigada pela atenção! ^^